sexta-feira, 21 de abril de 2017

Frequência SOLFEJO - A CURA pelo SOM - 5ª parte

Solfejo (Solfeggio) - Hoje, é a harmonia através dos sons, onde cada vibração tem sua própria freqüência.
Porém, os solfejos originais, reais, eram frequências musicais ou tonais que podem iniciar um processo de ascensão


Solfejos, na sua forma original,
propiciavam o processo de Ascensão!

Por meio dos antigos Cantos Gregorianos, os Solfejos eram, inicialmente, entoados nas igrejas católicas da antiguidade, na época medieval.  Foi o Papa Gregório (540 à 604 d.C.) que apoiando a Escola de Canto Romana,  cria a "Schola Cantorum"  para educar os monges, depois de promover  a coleta e unificação dos salmos falados em hebraico (século VI), que passam a ser cantados, como hinos e em Latim.   O mais famoso hino deles foi o Hino a São João Batista, em homenagem a um antigo Papa João, mas estes hinos se “perderam”(ou foram propositalmente manipulados? “guardados”?) com o tempo. 


 Dr. Joseph Puleo
e  Dr. Leonard Horowitz

Alguns desses hinos, ou entonações “perdidas”, foram “redescobertos” por Dr. Joseph S. Puleo, médico/naturopa/pesquisador/escritor (pesquisas feitas a partir de 1970) e seu amigo Leonard G. Horowitz, quando pesquisando  sobre os tons, para o livro que  escreveram  juntos: “Códigos de Cura para o Apocalipse Biológico”

Em suas pesquisas, os dois escritores, depararam-se com um livro em "Canto Gregoriano",  escrito pelo Professor Emeritus Willi Apel (1893-1988) - Phd, famoso musicólogo alemão-americano, que argumentava “os cantos que estão sendo hoje usados, estão totalmente incorretos, e prejudicaram o espírito da fé cristã-católica"

Além disso, o Professor Apel relatou que 152 cantos gregorianos estavam, aparentemente, ausentes. A Igreja Católica, provavelmente “perdeu” , mais ou menos, por volta do ano 1050 d.C. estes cantos originais... Os cantos eram baseados, na escala antiga original, de 6 notas musicais, chamadas Solfejo ou Solfeggios.

A Palavra SOLFEJO - Como  não havia um regente, apenas os ensaiadores; ou professores de canto; que regiam o grupo com o rolo da partitura, apelidado de “solfa” (uma espécie de brincadeira com os nomes das notas - e daí vem a palavra “solfejo”, treino melódico-rítmico).(site:movimento.com)

Professor Willi Apel e seu livro:
"Canto Gregoriano"

(Nossa Honra e Gratidão ao Dr. Joseph Puleo e  Dr. Leonard Horowitz, e ao professor Dr. Willi Apel, pela grande contribuição para a Cura da humanidade, nos trazendo de volta as Curativas Frequências Solfejos Originais!)

Um pouco da História da Frequência Solfejo Original

Conhecimento do DNA - 
Na virada do século, o conhecimento do DNA entrou na consciência coletiva do mundo. Sabemos que uma percentagem muito pequena (3%) dessas instruções, compõe a nossa fisiologia. Carl Sagan escreve que “a maioria de nossas informações genéticas - cerca de 97% -  é DNA não utilizado”. É possível que a maior parte do que somos, ainda jaz adormecida como nosso potencial humano.

No velho paradigma da religião, "o potencial" permaneceu um mistério para a mente humana, e o cunhamos com um termo místico chamado "espírito". Este era algo separado do que éramos, algo que não tínhamos, e que somente poderia ser ganho, através dos sistemas da maioria das religiões...

DNA Cósmico.
 Telhiard de Chardin nos diz que: “não somos um ser humano tentando alcançar uma experiência espiritual, mas sim, somos seres espirituais tendo uma experiência humana.” Essa mudança de percepção, provoca uma enorme diferença, na maneira como nos percebemos.

Hoje, acreditamos que, num nível mais profundo, não estamos separados, como um corpo, um espírito, uma alma - somos apenas seres de energia. Este é o nível de consciência que está sendo aberto por nós, a partir do qual um novo paradigma está surgindo, com a finalidade de curar toda a separação.

À medida que nos movemos da genética e de conceitos como alma, caminhamos para além do diagnóstico físico, em um novo campo da física quântica. Neste novo campo, onde a consciência é vista como um campo unificado, onde tudo é tudo, e não há limites. Não existe “isto” ou “aquilo” nem eu ou você. É um novo campo de puro despertar - a consciência.

Como as Frequências Solfejo Originais se perderam?

Os Monges cantavam os
Salmos em latim na missas.

Frequências poderosas tinham sido dadas à igreja (católica), há muitos anos, por um propósito muito espiritual. Isso foi quando a igreja era um lugar maravilhoso, para as pessoas nas aldeias se reunirem. A igreja serviu como um lugar social, político e espiritual.

As pessoas iam à missa, que era feita em latim (até o Vaticano II). Quando (os monges) cantavam em tons latinos ou musicais, eles penetravam através de todas as formas de pensamento limitados, e iam a níveis mais profundos do subconsciente - acessando "insights" além dos sistemas de crença.

Como descrito por Drª Candace Beebe Pert (*1946 +2013) neurocientista e farmacologista, PhD energia e vibração percorriam todo o caminho até o nível molecular”. Ela afirmava quetemos 70 diferentes receptores nas moléculas e, quando a freqüência de vibração as atinge, elas começam a vibrar.  E à medida que começam a vibrar, as moléculas se tocam e se rearranjam."

Drª Candace B. Pert
e "Moléculas das Emoções"

É toda esta dança ritual energética, a nível celular, que abre os cromossomos e expõe o DNA às frequências. Quando fazemos tonificação, tambores, cânticos, ou diapasões - pode ser uma forma de direcionar a energia para fins de transformação.

Vibração e som podem ser usados, como a maioria das coisas,  com intenção positiva ou negativa. Usado de forma negativa, não é nada mais do que o controle e manipulação. A maior parte do mundo, foi construída em cima de controle e manipulação, à medida que nos comunicamos através da linguagem.

Um monte de diferentes textos, como a Bíblia, falam sobre a importância de apenas fazer som, quer se trate de cânticos, percussão, ou falando em línguas (como os fundamentalistas, carismáticos fazem). Eles são apenas diferentes maneiras pelas quais as pessoas estão acessando níveis mais profundos de si mesmas. Os diapasões Solfejo, são uma forma ainda mais pura de fazer isto, com a intenção positiva. 

Diapasões - São Instrumento metálico em forma de forquilha, usados para afinar instrumentos e vozes, através da vibração de um som musical, de determinada altura.(wikipédia)

Inventor John Shore (1662-1752) em 1711,
 trompetista de Georg Friedrich Haendel.

Segundo o professor Willi Apel, “a origem do que hoje é chamado de Solfejo ... surgiu a partir de um hino medieval à João Batista (antes Papa João) que tem a particularidade de que as primeiras seis linhas da música começaram, respectivamente, sobre as primeiras seis notas sucessivas da escala, e assim, a primeira sílaba de cada linha, foi cantada numa nota em grau maior que a primeira sílaba da linha precedente”.

Aos poucos, as sílabas se tornaram associadas e identificadas com suas respectivas notas e, como cada sílaba terminava em uma vogal, elas foram particularmente adaptadas para o uso vocal. Assim, "Ut" foi substituído pelo artificial “Dó”. Guido d´ Arezzo,  monge beneditino italiano (991 -1051 d.C.)  foi o primeiro a adotá-las (alguns citam-no como criador das notas) no século 11, e Marie Le, um músico francês do século 17, acrescentou "Si" para a sétima nota da escala, a fim de completar a série.

Pesquisas adicionais afirmam que o Papa João, mais tarde, tornou-se um santo - São João - e, em seguida, a escala foi alterada. A sétima nota "Si", foi acrescentada, a partir de seu nome. "Si" se tornou mais tarde "Ti". Mas essas mudanças alteraram; significativamente; as frequências cantadas pelas massas. (propositalmente? Não se sabe...)


Antigas partituras de Cantos Gregorianos
Idade Média entre os séc. VII e VIII

As alterações também enfraqueceram, o impacto espiritual dos hinos da Igreja. Devido à música carregar ressonância matemática, as frequências são capazes de inspirar a humanidade,  espiritualmente, a fim de deixá-la mais semelhante a Deus. No entanto,  as mudanças efetuaram alterações no pensamento conceitual, distanciando ainda mais a humanidade de Deus.

Em outras palavras, quando você canta um Salmo, é música para os ouvidos. Mas ele foi originalmente destinado a ser música para a alma ou para a “orelha secreta”. Assim, mudando as notas, as altas matrizes do pensamento e do bem-estar foram esmagadas. Agora é hora de recuperar essas notas que faltam... Eles não podem esconder das massas, o que está energeticamente, colocado dentro da alma.

Conhecemos do, re, mi, fa, sol, la, si, do, mas isto, realmente, é uma escala modificada, uma segunda escala. A escala original Solfejo realmente é: UT, RE, MI, FA, SOL, LA.

No Solfejo original,
a música é para a ALMA!

Olhando para as definições de cada uma das sílabas originais, usando entradas ocultas no dicionário Webster's e nos Apócrifos originais gregos, vimos que estas frequências originais podem ser usadas para:
- transformar a tristeza em alegria,
- ajudando a pessoa a se ligar com sua Fonte para trazer milagres,
- reparam o DNA,
- ajudam-no a conectar-se com sua família espiritual,
- a resolver situações ,
-  se tornar mais intuitivo,
- e, finalmente, retornar à ordem espiritual.

Através da música, esses tons podem ajudar todos os canais a ficarem abertos e manter a força de vida (Chi), literalmente, fluindo através do Sistema de Chakras livremente. E isso é o que as seis frequências eletro-magnéticas devem realizar,  por isso foram colocados em hinos (perdidos) e cânticos gregorianos...

Isto nos leva a encontrar a perspectiva de visão do mundo, através da visão de nosso próprio coração. Trata-se de mudança e transformação da humanidade para o próximo nível de evolução.

A cura se tornou relacionada com nossa evolução, por reconectar os filamentos adicionais de DNA,  e a  restaurar-nos a um estado de "Plenitude Espiritual".

Os Solfejos Originais, nos levam
a Plenitude Espiritual.

Quando olhamos para as seis frequências Solfejo originais, utilizando o método pitagórico, encontramos que a base ou raiz dos números vibracionais é 3,6 e 9. Nicola Tesla nos diz “Se você soubesse a magnificência do 3, 6 e 9, então você teria uma chave para o universo."

John Keely, especialista em tecnologias eletromagnéticas, escreveu que “as vibrações de terços, sextos e nonos eram extraordinariamente poderosas."

No livro do Gênesis, afirma-se que há seis dias da criação. No entanto, muitos falam sobre a semana da criação - ou sete dias - e a Bíblia cristã vê o número sete como número da perfeição. Por que 7? Será devido à influência da cultura do Oriente Médio, no momento em que Jesus viveu, quando se acreditava que havia apenas sete planetas?


Em seu livro, “Apenas Seis Números”, o cosmólogo e astrofísico britânico Martin Rees afirma que: “seis números fundamentam as propriedades físicas fundamentais do universo, e que cada um é o valor exato necessário para permitir a vida florescer”.

Ao expor essa premissa, ele se junta a uma longa linha de ousadia intelectual de cosmólogos e astrofísicos (para não mencionar os filósofos, teólogos e lógicos) esticando todo o caminho de volta para Galileu, que pergunta: Por que estamos aqui? Como Rees diz: "Estes seis números constituem uma receita para o universo."

Como alguns autores especulam: poderiam estes tons ter desempenhado um papel, na ruptura milagrosa da grande muralha de Jericó, em seis dias, antes de cair no sétimo dia?  Alguns cientistas estão, também, dizendo que: "se fomos criados, é mais provável termos sido cantados à existência! " (Que lindo isso,  não é?)

Martin Rees preocupado com
 o Futuro da Humanidade.

É possível que os seis dias da criação, mencionados em Gênesis, representem seis frequências fundamentais que sustentam o Universo? Estudiosos religiosos acreditam que os eventos ocorreram como resultado de Sons sendo falados ou tocados.

Outros cientistas, incluindo os gênios Nikola Tesla, (para muitos, os maior físico do século XX ?) Raymond Rife, assim como Mozart, Haydn, Beethoven e Chladni (pai da acústica) todos devem ter conhecido e usado o conceito do poder inerente de três, seis, e noves. Então estamos lidando com três números poderosos: 3-6-9.

Todos os seis dos Diapasões Solfejo somam, individualmente, ao regime de Pitágoras de 3-6-9. Na verdade, visto que há dois conjuntos de 3-6-9 (anagramas), no solfejo, eles são ainda mais poderosos,  pois estas combinações servem como "portais" para outras dimensões!

Os Solfejos Originais podem nos levar
a "outras dimensões"?

Somente entonação - Disposição igual de 12 tons

Mas, não “culpemos” somente a igreja católica... uma outra razão pela qual estas frequências Solfejo antigas se tornaram "perdidas", foi por causa da mudança nas práticas de afinação, ao longo da história. O método padrão de afinação dos últimos 200 anos, é muito diferente das práticas de afinação, que datavam desde a antiguidade, até por volta do século 16 d.C. Estas práticas antigas de afinação, usavam um sistema de afinação, conhecido como Entonação Justa.

É responsabilidade também, da prática de afinação adotada pelas culturas ocidentais durante os séculos 16, 17 e 18 e, usadas hoje em dia, que é conhecida como disposição igual de 12 tons. 

A explicação dos fundamentos, destes sistemas de ajuste, é demasiadamente complexa, mas a seguinte citação de um livro escrito por David B. Doty, intitulado “A Cartilha da Entonação Justa” (The Just Intonation Primer), deve dar uma ideia do confinamento, a que a música tem sido relegada: “Essencialmente, a música tem sido colocada em uma caixa de limitações, como resultado da rigidez imposta, pelos padrões de afinação, da igualdade de 12 tons em uso hoje.”

Beethoven e Haydn como outros clássicos,
usavam a entonação justa

"Embora seja difícil descrever, as qualidades especiais dos intervalos justos (entonação), para aqueles que nunca os ouviram, palavras como: clareza, pureza, suavidade e estabilidade vem à mente. Os intervalos consonantais supostos, e acordes da disposição igual em 12 tons, se desviam das relações simples, em diferentes graus tais como: o som áspero, inquieto, ou enlameado... na comparação."

A entonação justa, pode ser encontrada em muitos dos grandes Pais da Música Clássica - Beethoven e Haydn, só para citar alguns. Eles não usam esta disposição de 12 tons, e talvez por isso, é que temos uma experiência mais rica, quando ouvimos a música que foi composta por várias centenas de anos atrás. 

A Música Clássica, com base na entonação justa, nos dá uma relação diferente com o tempo e espaço, e nos leva aos nossos chacras superiores.

A Entonação Justa, nos dá acesso
aos nossos Chakras Superiores.

O canto dos nativos americanos é, muitas vezes, baseado somente em entonação. O canto parece soar monótono, mas estamos descobrindo que, é dentro do som monótono, que estão as harmônicas multi-dimensionais.

Como estes diferentes tipos de tons afetam a nossa saúde.

Uma vez que toda a música em nosso mundo contemporâneo, (a partir de comerciais até hinos modernos e sinfonias) foi composta utilizando a escala de disposição igual de 12 tons , todos eles têm limites vibracionais. 
Como resultado, a frequência de vibração dos tons da música moderna, pode criar situações como a pensar “dentro-da-caixa", emoções cheias e reprimidas, e consciência de “falta", baseada no medo - todas elas tendem a manifestar os sintomas físicos de "doenças."

Isto está em contraste, com a música criada a partir da Escala Antiga Solfejo, o que estimula:
-  a vibração da criatividade expandida,
- a resolução mais fácil de problemas
-  e a saúde holística.

* Deve-se notar ainda que: embora existam notas contemporâneas que se aproximam dos tons Solfejo Originais, elas não são da mesma frequência que os tons antigos.

Exemplos:
- Por volta de 1914, o tom Solfejo Re  que vibra em 417 Hz, foi modulado para 440 Hz

-  O tom Solfejo Mi vibra a 528 Hz. O tom contemporâneo mais próximo comparável é C, acima do C médio, que vibra a 512 Hz.

"528 ciclos por segundo é, literalmente, a frequência do núcleo criativo da natureza. É o amor", afirma o  pesquisador/ médico Dr. Leonard G. Horowitz.
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Para ler a parte anterior: Tons Isocrônicos para Ouvir - Cura pelo Som - 4ª parte
http://magiadailha.blogspot.com/2017/02/tons-isocronicos-para-ouvir-cura-pelo.html

História dos Binaurais - cura pelo Som 1ª parte
http://magiadailha.blogspot.com/2015/05/sons-ou-batidas-binaurais.html

Falarei um pouco mais sobre isso, no próximo assunto: A Cura através dos Solfejos Originais para serem Ouvidos - 6ª parte da Cura pelos Sons.

Resumido e compilado por Gení Mafra Souza
Da mensagem escrita por Brad Johnson
Traduzido por Anjo de Luz do original:
Tradutor Thiago Freitas

Com inserção de pesquisas de parte dos sites:

Imagens destes e outros sites da NET

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